"Celebrando a cultura, a memória e a arte do Sul da Bahia."
25 e 26 de setembro de 2026
•Campus da UESC, Ilhéus, Bahia
Início do Evento em
Convidados confirmados
Amandona
Cantora
Prof. Alessandro
Professor da UESC
Profa. Janete Ruiz
Professora
Gabriela Aidar
Especialista em Museus
Pai Lula Dantas
Líder Cultural
Profa. Áurea
Professora da UESC
Clube dos Poetas
Coletivo Literário
Janira
Artista
Lis Fonseca
Mediadora
Profa. Solange França
Professora da UESC
Manzuá
Grupo Musical
Alvorecer Poesia
Coletivo Literário
Bia Reis
Cantora
Cabeça Isidoro
Músico
Dona Val
Cantora
Jan Coutinho
Músico
Laísa Eça
Cantora
Lucas Kaze
Músico
Matt
Músico
Shayra
Cantora
Virada Cultural É de Deus! — Uma celebração da arte e da memória do Sul da Bahia
A Virada Cultural UESC nasce para reconhecer, conectar e dar visibilidade à produção artística e cultural que pulsa na Universidade, colocando-a em diálogo com as múltiplas expressões culturais do Sul da Bahia Mais do que uma programação de apresentações, a Virada é um espaço de encontro entre Universidade e sociedade, artistas e públicos, diferentes gerações, saberes, memórias e formas de criação.
Sob a coordenação institucional da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), a Virada articula projetos e setores da UESC com artistas, coletivos, movimentos, Pontos de Cultura, instituições e agentes culturais do território. A iniciativa reafirma a cultura como dimensão da formação humana e da experiência universitária e expressa princípios da extensão, como a interação dialógica, a integração entre Ensino, Pesquisa e Extensão e o compromisso com a transformação social.
Realizada no início da primavera, a Virada encontra no florescimento, na diversidade e na renovação símbolos de sua proposta: fazer a cultura circular e ocupar diferentes espaços da Universidade. Em sua primeira edição, entre os dias 25 e 26 de setembro de 2026, celebra também a memória de Emiron Gouveia de Deus, cuja trajetória contribuiu para a vida cultural da UESC e do território.
A 1ª Virada Cultural UESC é um ponto de partida. Nasce da comunidade artística, encontra na extensão universitária seu espaço de articulação institucional e se abre ao território como uma construção coletiva. Pretende reconhecer o que já existe, aproximar o que ainda está disperso e estimular aquilo que ainda pode surgir.
Uma Universidade que ensina, pesquisa e faz extensão também cria, canta, escreve, dança, filma, preserva memórias, produz imagens, conta histórias e celebra. É essa Universidade plural, criativa, pública e conectada ao seu território que a Virada quer tornar cada vez mais visível.
Porque cultura não é apenas algo que acontece na Universidade, cultura é parte da Universidade e a Virada nasce para fazê-la pulsar, circular e encontrar.